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Tem havido uma mudança enorme no papel e participação dos pais nos cuidados, crescimento e desenvolvimento dos filhos nos últimos anos. Mais e mais os homens têm assumido a cotidiana tarefa de assistir, banhar, alimentar, colocar para dormir, pegar na creche/escola, levar aos profissionais e serviços de saúde, vacinar…

Pela mudança enorme nas formas e métodos de trabalho, muitos homens tem tido a oportunidade de trabalhar em casa fazendo com que possam assumir a tarefa doméstica de cuidar dos filhos. Conheço alguns casais em que os papéis tradicionais se inverteram devido oportunidades, momentos profissionais, com o advento da internet… Estudos científicos já tem comprovado que o suporte emocional que o PAI oferece para sua companheira contribui na adaptação a gestação; que a presença do companheiro no parto está associada com menor necessidade de uso de medicação contra dor e com vivências mais positivas no pós-parto; e que a duração da amamentação também sofre influência positiva com o apoio paterno.

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O catolicismo é uma das mais expressivas vertentes do cristianismo e, ainda hoje, congrega a maior comunidade de cristãos existente no planeta. Segundo algumas estatísticas recentes, cerca de um bilhão de pessoas professam ser adeptas ao catolicismo, que tem o Brasil e o México como os principais redutos de convertidos. De fato, as origens do catolicismo estão ligadas aos primeiros passos dados na história do cristianismo. A palavra Igreja Católica ou catolicismo para referir-se à Igreja universal é utilizada desde o século I, alguns historiadores sugerem que os próprios apóstolos poderiam ter utilizado o termo para descrever a Igreja. Registros escritos da utilização do termo constam nas cartas de Inácio, Bipo de Antioquia, discípulo do apóstolo João, que provavelmente foi ordenado pelo próprio apóstolo Pedro. Em diversas situações nos primeiros três séculos do cristianismo, o Bispo de Roma, considerado sucessor do Apóstolo Pedro, interveio em outras comunidades para ajudar a resolver conflitos, tais como fizeram o Papa Clemente I, Vitor I e Calixto I. Nos três primeiros séculos a Igreja foi organizada sob três patriarcas, os bispos de Antioquia, de jurisdição sobre a Síria e posteriormente estendeu seu domínio sobre a Ásia Menor e a Grécia, Alexandria, de jurisdição sobre o Egito, e Roma, de jurisdição sobre o  Ocidente. Posteriormente os bispos de Constantinopla e Jerusalém foram adicionados aos patriarcas por razões administrativas. O Primeiro Concílio de Nicéia em 325, considera o Bispo de Roma como o “primus” (primeiro) entre os patriarcas, afirmando em seus quarto, quinto e sexto cânones que está “seguindo a tradição antiquíssima”, embora muitos interpretem esse título como o “primus inter pares” (primeiro entre iguais). Considerava-se que Roma possuía uma autoridade especial devido à sua ligação com São Pedro. Para os católicos, a sua fé consiste na sua livre entrega e amor a Deus, prestando-Lhe “o obséquio pleno do seu intelecto e da sua vontade e dando voluntário assentimento à revelação feita por Ele. Essa revelação é transmitida pela Igreja sob a forma de Tradição. A fé em Deus “opera pela caridade” (Gal 5,6), por isso a vida de santificação de um católico obriga-o, para além de participar nos sacramentos, a executar a vontade divina, que deve ser feita através, como por exemplo, da prática dos ensinamentos revelados (que se resumem nos mandamentos de amor ensinados por Jesus), das boas obras e também das regras de vida propostas pela Igreja fundada e encabeçada por Jesus. Essa entrega a Deus tem por finalidade e esperança últimas a sua própria salvação e a implementação do Reino de Deus. Nesse reino eterno, o mal será inexistente e os homens salvos e justos, após a ressurreição dos mortos e o fim do mundo, passarão a viver eternamente em Deus, com Deus e junto de Deus. As principais verdades da fé da Igreja Católica encontram-se expressas e resumidas no Credo Niceno-Constantinopolitano e em variadíssimos documentos da Igreja, como por exemplo o Catecismo da Igreja Católica (CIC), o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica (CCIC) e nos documentos pós-conciliares. Uma série de dificuldades complexas (disputas doutrinárias, a evolução de ritos separados e a dúvida se a posição do Papa de Roma era ou não de real autoridade ou apenas de respeito) levaram ao cisma de 1054 que dividiu a Igreja entre a Igreja Católica no Ocidente e a Igreja Ortodoxa no Leste (Grécia, Rússia e muitas das terras Eslavas, Anatólia, Síria, Egito, etc.), a esta divisão chama-se o Cisma do Oriente. A grande divisão seguinte da Igreja Católica ocorreu no século XVI com a Reforma Protestante, durante a qual se formaram muitas das igrejas Protestantes.

Doutrina Católica

A reunião do povo de Deus começa no instante em que o pecado destrói a comunhão dos homens com Deus e entre si. A reunião da Igreja é, por assim dizer, a reação de Deus ao caos provocado pelo pecado. Esta reunificação realiza-se secretamente no seio de todos os povos: Em qualquer nação, quem O teme e pratica a justiça, é aceite por Ele (At 10, 35). A preparação remota da reunião do povo de Deus começa com a vocação de Abraão, a quem Deus promete que há de vir a ser o pai de um grande povo. A preparação imediata começa com a eleição de Israel como povo de Deus. Pela sua eleição, Israel deve ser o sinal da reunião futura de todas as nações, mas já os profetas acusam Israel de ter quebrado a aliança, comportando-se como uma prostituta eles anunciam uma Aliança nova e eterna “Esta Aliança nova, instituiu-a Cristo”.

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Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal, elaborou “Os Dez Mandamentos do Casal”. Gostaria de analisá-los aqui, já que trazem muita sabedoria para a vida e felicidade dos casais. É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os próprios.

1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo

A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso convencermo-nos de que na explosão nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: apenas destroços, morte e tristeza. Portanto, jamais permitir que a explosão chegue a acontecer. D. Helder Câmara tem um belo pensamento que diz: “Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura…”.

2. Nunca gritar um com o outro

A não ser que a casa esteja pegando fogo.
Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria… Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.

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Certamente se considera realista aquele que pontua o casamento como uma “arte” composta de muitos “nós” que precisam ser desatados. A grande questão é que, mesmo sendo difícil, é possível. Ao mesmo tempo em que se convive com obstáculos e desatinos, se pode conviver também com acertos, alegrias e prazeres oriundos de alinhamentos, descobertas, boa dose de paciência e muito bom humor.

“Assim já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem. ” (Mt 19-6)

A Palavra de Deus é clara, “uma só carne”, como é profunda essa afirmação não é mesmo? Mas se por instantes que

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A Comunicação no Casamento

“Não sei o que houve conosco”, explica Jorge. “Antes de nos casarmos tínhamos tanto sobre o que conversar, agora nunca conversamos! Janete diz que nunca lhe conto nada, sei que não me escutaria se o fizesse. Ela não se interessa por nada que seja do meu interesse”.

Especialistas afirmam que um dos problemas mais sérios no casamento e causa primária para o divórcio, consiste na falta de habilidade ou na relutância dos casais em se comunicarem. Muitos desses casais sabem que estão falhando em sua comunicação, mas não estão bem certos quanto ao que devem ou não fazer. Apesar de ser um processo complexo, a comunicação não apresenta complicações.

A comunicação no casamento é completa quando um casal é capaz de pôr em prática, com freqüência, estes quatro princípios:

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De 06 a 08 de março, à partir das 8 horas.

Local: Curso Professor Teles

(antigo colégio Menino Jesus na pracinha do João XXIII)

Mais informações: (85) 3496-1898

Realização:

Comunidade Corpo Místico de Cristo

Teremos:

Santa Missa, confissão, adoração ao Santíssimo Sacramento, louvor, palestras, oração e testemunhos.


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COMPORTAMENTO

- Pesquisa de universidade americana ouviu duas mil pessoas; satisfação com aspecto sexual foi 15% maior entre casais que esperaram

- Casais que praticaram abstinência teriam relacionamento mais estáveis.

Casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória, segundo um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia. Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais. As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores). Para os casais que ficaram no meio do caminho – tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento – os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias. Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado RELATE, que incluía a pergunta “Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?”.


Religiosidade


Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material. “Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo”, diz ele. “Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento.” O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America, acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento. “Casais que chegam à lua de mel cedo demais – isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento – frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis.”

Por: BBC Brasil
Fonte: Estadao

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Os homossexuais devem ser tratados com dignidade e respeito, mas os atos homossexuais são 'intrinsecamente perturbados', disse o Papa (REUTERS/Albert Gea (SPAIN - Tags: RELIGION)      )

“Os homossexuais devem ser tratados com dignidade e respeito, mas os atos homossexuais são ‘intrinsecamente perturbados’, disse o Papa”

O papa Bento XVI defendeu a família tradicional e os direitos dos não nascidos neste domingo, atacando diretamente as leis espanholas que permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o divórcio desburocratizado e ágil e que facilitam o aborto, durante a consagração da igreja Sagrada Família em Barcelona.

Foi a segunda vez nos últimos dias que o papa criticou as políticas do governo socialista espanhol e pediu que a Europa, como um todo, redescubra os ensinamentos cristãos e os aplique todos os dias.

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A emenda constitucional, aprovada pelo Congresso, objetiva facilitar a obtenção do divórcio, suprimindo requisito relativo ao lapso temporal –de um ano contado da separação judicial e dois anos da separação de fato–, denominada de a “PEC do divórcio-relâmpago”, a meu ver, fragiliza ainda mais a família, alicerce da sociedade, nos termos do artigo 226 ‘caput’ da Constituição Federal. Na medida em que os mais fúteis motivos puderem ser utilizados para que a dissolução conjugal chegue a termo, sem qualquer entrave burocrático, possivelmente, não possibilitando nem o aconselhamento de magistrados e nem o de terceiros para a tentativa de salvar o casamento, o divórcio realmente será relâmpago. Não poucas vezes, casais que estão dispostos a separar-se, não percebendo o impacto que a separação pode causar nos filhos gerados, quando aconselhados e depois de uma reflexão mais tranquila e não emocional, terminam por se conciliar.

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